"Em 20 anos de trabalho a evolução e conscientização à saúde do planeta".

DICAS

 

Como conservar melhor o leite pasteurizado

  1. Guarde o leite pasteurizado na prateleira mais alta da geladeira.
  2. Coloque-o no fundo da geladeira, onde há menor variação de temperatura.
  3. Nunca guarde o leite pasteurizado na porta da geladeira.
  4. Retire o leite da geladeira só na hora do uso e retorne-o à refrigeração o mais cedo possível.
  5. Na hora da compra, verifique sempre a data de produção e de validade do seu leite pasteurizado.

Assim, você preserva as vitaminas e nutrientes do seu leite pasteurizado. Veja nesta comparação, como o leite pasteurizado conserva melhor os nutrientes:

 

Veja nesta comparação, como o leite pasteurizado conserva melhor os nutrientes:

 

Vitamina B6
Pasteurizado 100%
Longa Vida - após 3 meses

65%

     
Vitamina C
Pasteurizado 75%  
Longa Vida - após 3 meses

0%

 
Ácido Fólico
Pasteurizado 95%  
Longa Vida - após 3 meses

50%

   

Fonte: site da ABILP - Associação das Indústrias do Leite Pasteurizado
www.abilp.org.br

 

Topo

 

 

 

 

Enquete: "Os alimentos perderam seu sabor autêntico?"

 

Em uma enquete publicada na revista Globo Rural, de novembro de 2002, com a pergunta "Os alimentos perderam seu sabor autêntico?", foram apresentadas as seguintes respostas:

 

Sim, nada mais é como antigamente.
70,2%
Em parte, mas ganharam em qualidade.
22,4%
Não, continuam com o mesmo sabor.
4,1%
Se estão mais acessíveis, o que importa?
3,3%

 

 

 

 

 

 

Topo

 

 

 

 

Dez bons motivos para consumir produto orgânico.

 

Reportagem publicada na revista Em Ecologia, de julho de 2002.

1 - Alimentos mais nutritivos e saborosos

Os solos balanceados e fertilizados com adubos naturais produzem alimentos mais nutritivos. A comida fica mais saborosa, conservando as propriedades naturais dos alimentos, como vitaminas, sais minerais, carboidratos e proteínas. Um alimento orgânico não contém substâncias tóxicas nociva à saúde. Em solos equilibrados, as plantas crescem mais saudáveis e mantém suas características originais, como aroma, cor e sabor.

2 - Saúde garantida

Muitos dos pesticidas utilizados no Brasil estão proibidos em vários países, devido às suas conseqüências nocivas para a saúde humana, tais como câncer, alergia e asma. Um relatório da Academia Americana de Ciências, publicado em 1982, calculou em 1,4 milhão/ano o número de novos casos de câncer provocados por agrotóxicos. Além disso, os alimentos de origem animal estão contaminados pela ação dos perigosos coquetéis de antibióticos, hormônios e outros medicamentos, que são aplicados na pecuária convencional, quer o animal esteja doente ou não. Consumindo orgânicos protegemos nossa saúde e a saúde de nossos familiares com a garantia adicional de não estarmos consumindo alimentos geneticamente modificados.

3 - Proteção às futuras gerações

As crianças são os alvos mais vulneráveis da agricultura com agrotóxicos. Segundo um relatório do Environmental Working Group (Grupo de Trabalho Ambiental), quando uma criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima de agrotóxicos que seria permitida para uma vida inteira. Por isso, a agricultura orgânica cumpre a tarefa de deixar para as gerações futuras um planeta reconstruído e livre de doenças.

4 - Amparo ao pequeno produtor

O trabalhador rural precisa ser preservado, tanto quanto a qualidade dos alimentos. Adquirindo produtos ecológicos, contribuímos para a redução da migração de famílias para as cidades e evitamos o êxodo rural. Além disso, ajudamos também a frear o envenenamento por agrotóxicos, situação que vitima cerca de 1 milhão de agricultores no mundo inteiro. Ao optar por produtos orgânicos, as pequenas propriedades poderão manter-se sem assumir dívidas pela compra de defensivos tóxicos.

5 - Solos férteis

Umas das principais preocupações da agricultura orgânica é com o solo. O mundo presencia uma grande perda de solo fértil pela erosão, devido ao uso inadequado de práticas agrícolas convencionais. Com a agricultura orgânica é possível reverter essa situação.

6 - Água pura

Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d´água e poluem rios e lagos. Para evitar essas ameaças, a agricultura somente utiliza água limpa e sem poluentes na irrigação, originadas de poços artesianos controlados ou de minas. Dados da Agência de Proteção Ambiental Americana revelam que a ação de pesticidas causadores de câncer já está presente em mais de 50% da água dos Estados Unidos.

7 - Biodiversidade

A perda das espécies é um dos principais problemas ambientais. A agricultura orgânica preserva sementes por muitos anos e impede o desaparecimento de numerosas espécies, incentivando as culturas mistas e fortalecendo o ecossistema. Assim, a fauna permanece em equilíbrio e todos os seres permanecem em harmonia, graças à não utilização de agrotóxicos.

8 - Redução do aquecimento global e economia de energia

O solo tratado com substâncias químicas libera uma quantidade enorme de gás carbônico, gás metano e óxido nitroso. A agricultura e administração florestal sustentáveis podem eliminar 25% do aquecimento global. Atualmente, mais energia é consumida para produzir fertilizantes artificiais do que para plantar e colher todas as safras

9 - Custo social e ambiental

O alimento orgânico não é, na realidade, mais caro que o alimento convencional se considerarmos que, indiretamente, estaremos reduzindo nossas despesas com médicos e medicamentos e os custos com a recuperação ambiental.

10 - Cidadania e responsabilidade social

Consumindo produtos orgânicos, você exercita seu papel social, contribuindo para a conservação e preservação do meio ambiente, além de apoiar causas sociais relacionadas com a proteção do trabalhador e a eliminação da mão-de-obra infantil.

 

Topo

 

 

 

Os agrotóxicos e seus efeitos no corpo

 

A gravidade dos sintomas e o momento em que surgem variam conforme o grau de intoxicação, que pode ser aguda, subaguda e crônica.

 

Clique aqui e veja a tabela completa dos sintomas e as substâncias.

 

 

Topo

 

 

Pesquisa mostra contaminação de leite com agrotóxicos


Resíduos químicos foram encontrados em amostra colhidas em Londrina, Viçosa (MG), Pelotas (RS), Botucatu (SP) e Garanhuns (PE); trabalho foi realizado na UEL

Quase metade das amostras de leite cru coletadas em 63 propriedades rurais de Londrina, no Norte do Paraná, tem resíduos de carbamato - princípio ativo de pesticidas e vermífugos animais - e quase 15% tem resíduos de organofosforados - que compõem inseticidas e agrotóxicos aplicados contra pragas em lavouras. Em 18 propriedades (28,6%), ambos os compostos químicos foram encontrados no leite cru londrinense. Entre produtores regulares e irregulares, estima-se que Londrina tenha 800 propriedades leiteiras.

A exemplo de análise semelhante sobre antibióticos, a pesquisa a respeito dos resíduos químicos foi publicada na Revista Ciência e Tecnologia de Alimentos e desenvolvida pelo Laboratório de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Lipoma) da UEL, com apoio de outras instituições. As coletas são de 2005 e 2006.

Além das londrinenses, foram analisadas 262 propriedades em Viçosa (MG), Pelotas (RS), Botucatu (SP) e áreas em torno de Garanhuns (PE) - local onde o leite apresentou a menor contaminação química.

Dentre as amostras de leite de Londrina, apenas em oito propriedades (12,7%) havia a ausência total de pesticidas e agrotóxicos. Em Pelotas (RS), todas as 50 amostras pesquisadas tinham contaminação. Em Botucatu, apenas duas entre 49 (4,1%) estavam totalmente livre de contaminação. Em Viçosa, três entre 47 (6,4%) se encontravam nesta situação. E, em Garanhuns, 28 (52,8%) das 53 amostras de leite cru estavam sem a presença de contaminantes químicos.

Os dados, porém, não revelam se a concentração de organofosforados e carbamatos está dentro dos padrões nacionais e internacionais admitidos. No artigo, os 10 pesquisadores que assinam a análise alertam que, embora a concentração dos produtos químicos não estivesse determinada, a metodologia aplicada "sugere níveis elevados, bastante acima dos Limites Máximos de Resíduos (LMRs) especificados pelo Codex Alimentarius - documento-referência mundial de níveis de aceitabilidade - e pela União Européia.

"Certamente é mais grave que soda no leite, mas os dados tanto podem ser alarmantes quanto serem considerados normais", avalia a médica veterinária Vanerli Beloti, do Lipoma da UEL. A cautela da pesquisadora é justificada porque o Laboratório Central (Lacen) coletou amostras de caixas de leite à venda em supermercados e ainda não divulgou os resultados - somente dessa forma será possível atestar que o leite chegou com resíduos químicos aos consumidores, após a industrialização. "O maior problema é a venda clandestina desse leite, porque geralmente as cooperativas barram produtos ruins. Na venda de rua, possivelmente foi tudo consumido e pode continuar sendo." Apesar da cautela, a pesquisadora adverte que agrotóxicos e pesticidas não são inativáveis com processos de tratamento ou pasteurização.

Fonte: Gazeta do Povo Online - Novembro/2007

 

Topo

 

Tomate, alface e morango são os produtos mais contaminados por agrotóxicos.

 

Uma análise realizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em parceria com as secretarias estaduais de saúde indica que o tomate, o morango e a alface são os alimentos com maior índice de resíduos de agrotóxicos.

De nove produtos avaliados (alface, batata, morango, tomate, maça, banana, mamão, cenoura e laranja), o índice de amostras colhidas em 2007 e consideradas insatisfatórias ficou em 17,28%.

Os dois problemas detectados na análise das amostras foram teores de resíduos acima do permitido e o uso de agrotóxicos não autorizados para essas culturas.

RESULTADO DA ANÁLISE
Fonte: Anvisa
Cultura
Total de amostras
Amostras insatisfatórias
Alface
135
40,0%
Batata
147
1,3%
Morango
94
43,6%
Tomate
123
44,7%
Maçã
138
2,9%
Banana
139
4,3%
Mamão
122
17,2%
Cenoura
151
9,9%
Laranja
149
6,0%
Total
1198
17,2%

Os dados são do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), coordenado pela Anvisa. As amostras foram recolhidas em pontos de venda pelas vigilâncias sanitárias de estados e municípios.

Tomate

 

O caso que mais chamou a atenção foi o do tomate. Das 123 amostras analisadas, 55 apresentaram resultados insatisfatórios, o equivalente a 44,72%. Nessa cultura, os técnicos encontraram a substância monocrotofós, ingrediente ativo que teve o uso proibido em novembro de 2006, em razão de sua alta toxicidade.

Também foi detectada a presença de metamidofós no tomate de mesa, ainda que em teores que não ultrapassaram os limites aceitáveis para a alimentação. Esse agrotóxico é autorizado apenas para a cultura de tomate industrial (plantio rasteiro), que permite aplicação por via área, trator ou pivô central, evitando assim a possibilidade de intoxicação do trabalhador rural.

 

O metamidofós também foi encontrado no morango e na alface, culturas para as quais não é permitido o uso deste agrotóxico.

A batata, que em 2002, primeiro ano de monitoramento do Programa, apresentava índice de 22,2% de uso indevido de agrotóxicos, teve o nível reduzido para 1,36%. A maçã, que chegou a apresentar índice de 5,33% neste período, fechou 2007 com incidência de 2,9%.

"O aumento nos resíduos de agrotóxicos encontrados em tomate, alface e morango em 2007 pode ser correlacionável com o súbito acréscimo observado na importação de agrotóxicos por países da América do Sul, incluindo o Brasil", segundo o documento.

Na avaliação do pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Nozomu Makshima, o aumento da contaminação do tomate, que cresceu 42% em relação a 2006, se deve ao "uso pouco criterioso" dos agrotóxicos pelos produtores. "Eles aplicam [agrotóxicos] sem muito critério. Os resíduos permanecem por causa da freqüência com que o produtor aplica, ele não obedece o período de carência", aponta.

De acordo com Makshima, o alto índice de amostras de alface com resíduos de agrotóxicos merece atenção redobrada por se tratar de uma cultura "muito sensível" ao uso de defensivos, além do alimento ser consumido sem preparo, cru. "Normalmente o que a gente nota no caso de folhosas é contaminação por microorganismos, não por resíduos químicos", pondera o pesquisador da Embrapa Hortaliças.

 

Encaminhamento

A Anvisa irá encaminhar todos os resultados ao Ministério da Agricultura (Mapa), órgão responsável pela fiscalização das lavouras e ao qual cabe desencadear ações dirigidas aos produtores.

O uso da substância monocrotofós, que está proibida, foi denunciado à Polícia Federal e ao Ministério da Agricultura, para que procedam à investigação.

A Anvisa também informou que será formado um grupo de trabalho (GT) para elaboração de material educativo direcionado a produtores, distribuidores, profissionais de extensão rural e consumidores. O grupo contará com representantes do Mapa, da Associação Brasileira de Supermercados e do Ministério da Saúde.

O Para passará a acompanhar oito novas culturas a partir deste ano. Os produtos selecionados são: abacaxi, arroz, cebola, feijão, manga, pimentão, repolho e uva.

*Com informações da Agência Brasil

 

Fonte: Ciência e Saúde - UOL - 23/04/2008

Topo

 

 

Leite orgânico é mais nutritivo que o convencional, diz estudo.

Produto teria mais substâncias como antioxidantes, vitaminas e ácidos benéficos à saúde.

 

Pesquisadores ingleses compararam a qualidade do leite produzido em fazendas orgânicas e convencionais e sugerem que o produto orgânico é mais rico em nutrientes que beneficiam a saúde.

 

Segundo o estudo, o leite produzido por vacas que pastam naturalmente e têm uma dieta à base de feno é mais rico em antioxidantes, vitaminas, carotenóides e ácidos gordurosos que fazem bem à saúde, como o ômega 3 e o ácido linoleico. Essas substâncias, acredita-se, ajudam no combate ao câncer e aos problemas cardíacos.

 

A pesquisa, publicada na edição desta semana da revista científica Jounal of Science of Food and Agriculture, ressalta que os níveis desses nutrientes chegaram a ser até 60% maior em algumas amostras de leite orgânico. "Já sabíamos que a dieta das vacas influencia na qualidade do leite. A diferença dessa pesquisa é que ela demonstra que, em fazendas orgânicas, o pasto e a ingestão de feno são as razões mais importantes para as diferenças entre as composições do leite orgânico e convencional", disse Gillian Butler, que liderou o estudo.

 

Fazendas

 

Para realizar a pesquisa, os cientistas analisaram 25 fazendas no Reino Unido em duas áreas distintas - o sul do País de Gales e o nordeste do país. Entre as fazendas, a pesquisa analisou três diferentes tipos de criação: sustentável, orgânica e convencional. Os pesquisadores coletaram 109 amostras de leite nas 25 fazendas comerciais ao longo de dez meses. O grupo investigou os efeitos das diferenças nas dietas e tipo de criação na composição nutritiva das amostras.

 

Os resultados apontam que entre as substâncias benéficas que apresentaram maior teor no leite orgânico estavam os ácidos gordurosos linoleico, ômega 3, antioxidantes, vitamina E e carotenóides. Além disso, as amostras de leite orgânico também demonstraram menor nível de ácidos gordurosos considerados nocivos à saúde, como o ômega 6. "Nossa próxima pesquisa irá focar em descobrir soluções para melhorar a composição nutritiva do leite durante o inverno, quando as vacas não pastam tanto e a dieta é à base de feno em conserva", afirmou Butler.

 

O estudo é financiado pela União Européia e faz parte uma pesquisa em andamento sobre a saúde e bem-estar dos animais, qualidade do leite e que estuda soluções para reduzir o uso de antibióticos na produção de laticínios.

 

28/05/08 - BBC Brasil - Todos os direitos reservados.

Topo

 

 

 

 

 

 

Localização

 

Veja um mapa de ruralcomo chegar na Fazenda Nata da Serra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Google

Telefones: (19) 3892-2643 / 9773-7503 - E-mail: natadaserra@natadaserra.com.br
Bairro da Serra de Baixo - Serra Negra – Estado de São Paulo
Desenvolvimento: Studio HDBR - Edilene Gabriel